sábado, 15 de junho de 2013

MAIS QUE UM CARPINTEIRO




Após pouco mais de dois milênios, olhar para a figura histórica de Jesus Cristo e os evangelhos exige, antes de tudo, um exercício de fé. Afinal, o homem que nasceu em Belém da Judeia, andou nas empoeiradas ruas de Nazaré e morreu como um criminoso,  numa cruz em Jerusalém, ao lado de ladrões, não seria apenas o filho de José, o carpinteiro? A desconfiança de que Deus, Todo-poderoso, não poderia ser apenas um aprendiz de marceneiro, com mãos calejadas e feridas pela labuta, ainda latejam mentes e corações deste século 21.

Outrora agnóstico, o autor Josh McDowell desconfiou. Sua primeira experiência como apologista foi após uma tensa reunião em sua faculdade. Queria provar que os argumentos históricos da ressurreição eram frágeis. E, após meses de empreitada, pesquisando em bibliotecas dos Estados Unidos e Europa, levou um susto. Os documentos que faziam parte do Antigo e do Novo Testamento bíblico eram os mais confiáveis da História antiga.

Mais que um carpinteiro atingiu recordes importantes na história dos livros cristãos, como: ser o primeiro livro cristão traduzido em mais de 100 idiomas, e atingir a marca de mais de 15 milhões de exemplares vendidos no mundo, na edição da década de 1970.

Nesta nova edição, ampliada e atualizada, Mais que um carpinteiro, obra originalmente lançada em 1976, Josh e seu filho, o apologista Sean McDowell, trazem para o século 21 os dilemas e respostas da historicidade cristã. Num cenário onde o ateísmo e outras doutrinas tentam transformar em mito a verdade dos evangelhos, a nova versão da obra é um agudo testemunho da veracidade histórica de Cristo e sua ressurreição.

Em 13 capítulos, o leitor passa dos argumentos científicos aos teológicos com inúmeras referências bíblicas e uma profunda argumentação baseada em amplo conhecimento exegético - do porquê das declarações de Jesus, e como elas evidenciam a sua divindade, e o sentido de seu sacrifício e ressurreição. Para os recém-convertidos, é um nutrido material que responde a vários questionamentos simples do primeiro amor, lançando alicerces firmes na fé, que desafiam a práxis da evangelização.

sexta-feira, 8 de março de 2013

AVIVAMENTO PELA PALAVRA

Por Davi Helon de Andrade


Cansados pela intolerância religiosa e pela frieza da Igreja da Inglaterra (Igreja Anglicana), muitos saíram do velho continente e emigraram para a América do Norte (Século XVII).
Este grupo era conhecido como Os Puritanos. Eles queriam a purificação da igreja, mas começaram a sofrer perseguições. E por causa das perseguições eles tinham o desejo de fundar um novo mundo sem os males do velho.

Os colonos puritanos na América eram na sua grande maioria os Presbiterianos e Congregacionais.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Halloween. Inofensiva Brincadeira Americana?

Por Jader Borges

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Chegamos na cidade de Minneapolis no mês de outubro e o final do outono anunciava que um rigoroso inverno viria pela frente, com possibilidades de tempestades de neve. À medida que o mês ia passando, casas e lojas iam intensificando as decorações do "Halloween", o tradicional "dia das bruxas", quando pregar peças nos outros em forma de sustos e festinhas embaladas com vampiros dançando com múmias, fica liberado. Crianças percorrem casas perguntando algo como "travessuras ou doces?", e assim, todos esperam a noite cair, para que monstros e abóboras desfiguradas comandem a festa, ao som de muito agito, "Halloween". O que esta palavra significa? A Funk and Wagnalls New Encyclopedia informa que este termo é aplicado à noite que precede o "dia de todos os santos", uma espécie de abreviação-referência de "Allhallows Evening" (uma tradução mais literal de "Allhallows Evening" seria: "Noite de todos os consagrados"...).

Estão brincando com coisa séria...
A onda do Halloween vem crescendo no Brasil, levantada por centenas de cursos de inglês, escolas com fortes influências americanas, seriados de TV e por muitos jovens que tiveram contato com a América, seja através de estudo ou intercâmbio, e que têm fascínio pela cultura norte-americana. Na comemoração do Halloween, o que se escuta como justificativa é que este é um dos meios mais divertidos de se passar um pouquinho mais a cultura daquele país para os interessados e que tudo não passa de uma divertida e diferente aula de inglês, ou de sociologia, simplesmente carregada na maquiagem e nas sombras. Seria "brincadeira" mesmo? De onde vem o Halloween?

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

FILHOS

Leitura Bíblica: Provérbios 23:15-25

"Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles" (Provérbios 22:6).

Para a maioria das pessoas, aproveitar a vida significa tirar o máximo proveito de toda e qualquer situação e “se dar bem”, ter um ótimo emprego, um excelente salário, ter as namoradas mais bonitas ou vice-versa, frequentar os melhores restaurantes. Os pais geralmente se orgulham quando os filhos alcançam esses objetivos. Estufam o peito, respiram fundo e dizem “Esse é meu filho! Ele sabe viver!”. Porém, essa alegria é falsa e muitas vezes interrompida quando as consequências desse tipo de vida começam a aparecer. Os pais descobrem que o filho está viciado em drogas, recebem a notícia de uma gravidez indesejada ou até mesmo de um acidente ou briga com a participação dele. Quantas mães choram em hospitais, implorando a Deus por um milagre. Quantos filhos já estão “enterrados” em vida, no mundo das falsas ilusões. Quantas famílias estão sofrendo com desastres e mágoas e vivendo em desarmonia porque não desfrutam a vida com Deus.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A ORAÇÃO SACERDOTAL DE JESUS - João 17.1-26


            Por Davi Helon


            O texto lido é chamado de a oração sacerdotal de Cristo.
            Jesus acabara de dar o discurso do cenáculo, do capitulo 13 até o 16, em uma conversa a mesa. E nela Jesus:
1.      Lava os pés dos discípulos. 13.1-20
2.      Indica o traidor. 13.21-30
3.      Da um novo mandamento. 13.31-3
4.      Pedro é avisado que o negaria. 13.36-38
5.      Jesus fala sobre o céu. 14.1-15
6.      Promete outro consolador. 14.16-31.
7.      Fala sobre a produtividade espiritual. 15.1-26
8.      Jesus fala sobre a missão do consolador. 16.1-24
9.      Jesus se despede dos discípulos. 16.25-33

O discurso do cenáculo é concluído nesta “oração sacerdotal”, pois é neste momento que Jesus se consagra para o sacrifício em que Ele é, simultaneamente, sacerdote e vítima.
            O sacerdote fazia sacrifícios pelo povo e intercedia por eles, e aqui vemos Jesus intercedendo e se preparando para sua morte.
            É maravilhoso demais vermos o Senhor orando a Deus o Pai pela sua igreja.
            Philipp Malengthen  um dos reformadores disse,[1]  "Não há voz que jamais foi ouvida, nem no céu ou na terra, mais exaltada, mais santa, mais frutífera, mais sublime do que a oração feita pelo Filho do próprio Deus. "

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

TEOLOGIA DO PACTO - Parte 4 - A Aliança da graça




Quando o homem falhou e não conseguiu obter as bênçãos oferecidas pela aliança das obras, foi necessário que Deus criasse um novo caminho, caminho pelo qual o homem pudesse ser salvo.
             
A Confissão de Fé de Westminster, de meados do século XVII, trata da doutrina do pacto no seu capítulo VII:

DO PACTO DE DEUS COM O HOMEM
I. Tão grande é a distância entre Deus e a criatura, que, embora as criaturas racionais lhe devam obediência como seu Criador, nunca poderiam fruir nada dele, como bem-aventurança e recompensa, senão por alguma voluntária condescendência da parte de Deus, a qual agradou-lhe expressar por meio de um pacto.
II. O primeiro pacto feito com o homem era um pacto de obras; nesse pacto foi a vida prometida a Adão e, nele, à sua posteridade, sob a condição de perfeita e pessoal obediência.
III. Tendo-se o homem tornado, pela sua queda, incapaz de ter vida por meio deste pacto, o Senhor dignou-se a fazer um segundo pacto, geralmente chamado o pacto da graça; neste pacto da graça ele livremente oferece aos pecadores a vida e a salvação através de Jesus Cristo, exigindo deles a fé, para que sejam salvos, e prometendo o seu Santo Espírito a todos os que estão ordenados para a vida, a fim de dispô-los e habilitá-los a crer.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

TEOLOGIA DO PACTO - Parte 3 - Aliança da Redenção

            Com respeito a esta aliança o catecismo menor de Westminster em sua pergunta 20 diz:

              Deixou Deus todo o gênero humano perecer no estado de pecado e miséria?
R. Tendo Deus, unicamente pela sua boa vontade desde toda a eternidade, escolhido alguns para a vida eterna, entrou com eles em um pacto de graça, para os livrar do estado de pecado e miséria, e trazer a um estado de salvação por meio de um Redentor.

            Esta aliança não é feita entre Deus e o homem, mas entre os membros da trindade, esta aliança estava incluída no decreto de Deus antes da criação.
assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor” Ef. 1.4